quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Todo o amor que existe em mim.

Júlia.

Logo que soube da sua vinda meu coração se encheu de paixão.
Um sentimento indescritível tomou conta de mim.
Sua chegada trouxe um misto de sensações que nem sabia que existiam.
Que bom ter você aqui.

Com você renovo minhas esperanças em um mundo melhor.
Ensino, aprendo, troco.
Prendo e liberto. Aperto e afago.
A cada dia construímos uma nova relação. 
Nos conhecemos e reconhecemos.

Que seja uma relação de amor e liberdade.
De raízes e asas.
De sonhos e aconchego.

Seu colo sempre estará aqui.
Um leite na caneca, uma massagem nos pés, um filme de mãos dadas.
Um olhar atento, uma bronca certeira, uma admiração infinita.
E assim vamos celebrar esta encarnação certas de que nos teremos por muitas vidas...


Francisco.

Nos escolhemos.
Nos reconhecemos logo de cara.
Uma empatia imediata.
Um amor instantâneo.

Veio para meu colo como se lá sempre estivesse.
E eu te amei infinitamente desde o primeiro minuto.
Nossa relação não tem meandros.
Não existe medo.
Não há meias palavras.

Que seja aconchego e força.
Carinho e coragem.
Escuta e fala.

Estaremos juntos sempre.
Nossas mãos unidas.
Nossos corações tranquilos.
Aqui sempre o conforto, sempre o quentinho.
Minha mão na sua, sua mão na minha.


Dedicatória que publiquei na minha dissertação.


Agradeço a Júlia e a Francisco Sampietri, meus amados filhos, o afeto e o aconchego. Vocês transformam desassossego em energia, indignação em esperança, amor em luta. Espero que juntos consigamos construir um mundo mais justo e igualitário. Com vocês conjugo todos os dias o verbo amar e esperanciar. Desde que nossos olhos se cruzaram todos os meus dias viraram primavera. 

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