Conhecer o que gosta e o que não gosta.
E mesmo assim descobrir novos pontos, temperaturas,
texturas.
Fugir da máxima (ou mínima) que o importante é qualidade.
Quantidade também importa e traz qualidade (calculei 3.000 até
o final da vida, acho pouco).
Descobrir novos horários (sim horários), novos cheiros (no
meu caso poucos) e a música.
Fechar os olhos para memorizar as sensações.
Conectar, reconectar, descobrir, redescobrir, gostar,
desgostar, gozar ou não.
Estar junto. Saber os limites: do corpo, da cabeça, da
cultura... e quebrá-los.
Experienciar. Estar. Alí. Naquele instante. Corpo e alma.
Porque juntos somos dois, mas também somos eu e você.
Ana Maria Guabiraba.
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